Qual a conduta em caso de candidíase de repetição em idosas sem comorbidades?

A candidíase vulvovaginal recorrente (quatro ou mais episódios sintomáticos em um ano) afeta cerca de 5% das mulheres em idade reprodutiva, porém é menos prevalente em idosas, o que justificaria uma investigação mais aprofundada, sobretudo pensando em neoplasias(1). Mesmo que exista uma aparente ausência de comorbidades, deve-se buscar outras alterações que podem provocar leucorréia nesta faixa etária, sobretudo por haver risco aumentado de neoplasias, bem como causas sistêmicas predisponentes, tais como diabetes mellitus, infecção por vírus, uso de corticoide sistêmico e imunossupressão(2)....

Mulheres assintomáticas com cândida no resultado do CP devem ser tratadas?

Não foram encontradas Revisões Sistemáticas e/ou Ensaios Clínicos Randomizados relacionados ao efeito do uso de tratamentos complementares e/ou alternativos (iogurte contendo lactobacilos, ducha vaginal, alho ou uso intravaginal de acido bórico) em mulheres não grávidas assintomáticas com swab positivo para cândida. Também não foram encontradas Revisões Sistemáticas e/ou Ensaios Clínicos Randomizados relacionados ao efeito do uso de imidazólicos intravaginais (clotrimazol, miconazol, terconazol, tioconazol, econazol), fluconazol oral, itraconazol oral ou nistatina intravaginal em mulheres não grávidas assintomáticas com swab positivo para cândida....