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    <title>W99 Outros problemas da gravidez/parto on SAÚDE E CIÊNCIA - Estudos e artigos recentes</title>
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    <description>Recent content in W99 Outros problemas da gravidez/parto on SAÚDE E CIÊNCIA - Estudos e artigos recentes</description>
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      <title>Quando deve ser realizado a prevenção da sensibilização materna pelo fator Rh?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/quando-deve-ser-realizado-a-prevencao-da-sensibilizacao-materna-pelo-fator-rh/</link>
      <pubDate>Fri, 05 Feb 2021 18:49:25 +0000</pubDate>
      
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      <description>A prevenção da sensibilização materna pelo fator Rh deve ser realizada pela administração de imunoglobulina anti-D nas seguintes situações em mães Rh negativo e pai Rh positivo(1):
· Após procedimentos invasivos: amniocentese, cordocentese, biópsia de vilocorial;
· Após aborto, gravidez ectópica ou mola hidatiforme;
· Após o parto de mães com Coombs indireto negativo e recém-nascidos Rh positivo;
· Na 28ª ou 34ª semana de gestação (dependendo da dose) de todas as mulheres com Coombs indireto negativo, com parceiros Rh positivos e riscos de hemorragias transplacentárias (que deverá ser avaliada pelo médico Obstetra); pois é melhor administrá-la desnecessariamente do que efetuar o tratamento de uma mulher aloimunizada;</description>
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      <title>Existe outra maneira de acompanhar uma gestante com fator RH negativo, além do Coombs Indireto, para prevenir a Doença Hemolítica Perinatal?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/alem-do-coombs-indireto-existe-outra-maneira-de-acompanhar-uma-gestante-com-fator-rh-negativo-para-prevenir-a-doenca-hemolitica-perinatal/</link>
      <pubDate>Mon, 20 Aug 2018 20:29:48 +0000</pubDate>
      
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      <description>Para o acompanhamento de gestante com o Fator Rh negativo em relação ao risco de Doença Hemolítica Perinatal (DHP), algumas referências indicam também a Pesquisa de Anticorpos irregulares (PAi), já que o Coombs indireto indica apenas a presença de alguns anticorpos antieritrocitários, ao passo que a PAi é capaz de identificar e titular os anticorpos presentes (1).
Fonte: https://aps.bvs.br/aps/alem-do-coombs-indireto-existe-outra-maneira-de-acompanhar-uma-gestante-com-fator-rh-negativo-para-prevenir-a-doenca-hemolitica-perinatal/ (via RSS)
TAGS: Cuidado Pré-NatalGestantesMédicoSistema do Grupo Sanguíneo Rh-HrTeste de CoombsW99 Outros problemas da gravidez/parto </description>
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      <title>Que condutas deverão ser direcionadas para o acompanhamento de gestante com sorologia positiva de toxoplasmose no terceiro trimestre?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/que-condutas-deverao-ser-direcionadas-para-o-acompanhamento-de-gestante-com-sorologia-positiva-de-toxoplasmose-no-terceiro-trimeste/</link>
      <pubDate>Thu, 16 Feb 2017 18:15:53 +0000</pubDate>
      
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      <description>No primeiro momento é necessário avaliar a confirmação deste diagnóstico visto que a existência de sorologias prévias e o resultado pormenorizado das sorologias do terceiro trimestre são fundamentais para esse raciocínio clínico. Considerando que essa gestante foi submetida a sorologias subsequentes durante o pré-natal e que inicialmente possuía IgG e IgM negativos, podemos considerar as seguintes situações.
IgG positiva e IgM negativa: Esse resultado indica possibilidade de falso negativo da IgG na amostra anterior, por método inadequado.</description>
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      <title>Em que situações e momento da gestação uma mulher Rh negativo deve receber imunoglobulina anti-Rh?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/em-que-situacoes-e-momento-da-gestacao-uma-mulher-rh-negativo-deve-receber-imunoglobulina-anti-rh/</link>
      <pubDate>Tue, 10 Jan 2017 19:03:12 +0000</pubDate>
      
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      <description>A imunoglobulina anti-D deve ser administrada em mulheres grávidas D-negativas que estão expostas a células vermelhas do D-positivo fetais, estando em risco para o desenvolvimento de anticorpos anti-D e nas seguintes situações:
Entre a 28ª e a 34ª semana de gestação de todas as mulheres com Coombs indireto negativo e com parceiros Rh positivos1,2 Após o parto de mães com Coombs indireto negativo e recém-nascidos Rh positivo1,2. Em casos de aborto e ameaça de aborto3.</description>
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      <title>Como proceder na UBS com uma gestante que relata ser Rh negativo apenas na sua 5ª gestação?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/como-proceder-na-ubs-com-uma-gestante-que-relata-ser-rh-negativo-apenas-na-sua-5a-gestacao/</link>
      <pubDate>Tue, 07 Jun 2016 10:14:39 +0000</pubDate>
      
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      <description>Para a avaliação de uma gestante com história de Rh negativo é fundamental ter um exame confirmatório, saber o fator Rh do pai da criança e acompanhar, se necessário, por meio da verificação do exame de Coombs indireto, a situação sorológica da paciente (com a periodicidade que dependerá de sua idade gestacional). É muito importante avaliar se houve alguma das principais formas de exposição materna ao sangue fetal, como: deslocamento prematuro de placenta; abortamento espontâneo; morte fetal intraútero; gestação ectópica; mola hidatiforme; amniocentese; biópsia de vilosidades coriônicas; cordocentese; abortamento induzido; transfusão sanguínea intrauterina; versão externa; manipulação obstétrica e trauma abdominal.</description>
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      <title>Está indicado o uso de AAS na gestante hipertensa?</title>
      <link>https://saude.radarciencia.org/esta-indicado-o-uso-de-aas-na-gestante-hipertensa/</link>
      <pubDate>Thu, 19 Feb 2015 17:03:07 +0000</pubDate>
      
      <guid>https://saude.radarciencia.org/esta-indicado-o-uso-de-aas-na-gestante-hipertensa/</guid>
      <description>O uso de antiagregantes plaquetários em pequenas doses diárias (75 a 100mg) tem sido recomendado para gestantes com risco aumentado para desenvolver pré-eclâmpsia (1). Os principais fatores de risco para o desenvolvimento da pré-eclâmpsia são primigestação, história prévia ou familiar, hipertensão crônica, diabetes, colagenose, raça negra, obesidade e trombofilias (1). Seguem as recomendações a respeito deste tema na literatura: Segundo o documento VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão, para prevenção da pré-eclâmpsia não se recomenda prescrever ácido acetilsalicílico (AAS) para gestantes normais, porém em mulheres com risco moderado e elevado de pré-eclâmpsia o uso de baixas doses pode ser útil, sendo iniciado na 12a à 14a semana de gestação (2).</description>
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